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	<title>Creditos &#187; Credito Habitacao</title>
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	<description>Precisa de Crédito?</description>
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		<title>Partners finances portugal</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Nov 2009 20:25:52 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Partners Finances Portugal, é um intermediário em operações bancárias e propõe-lhe soluções de reagrupamento de todos os seus créditos, através da consolidação de créditos. Nos casos de endividamento excessivo, esta solução permite- lhe optimizar o seu orçamento. A Partners Finances propõe-lhe soluções para a consolidação de créditos adaptadas às suas necessidades.
A Partners Finances propõe [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>Partners Finances</strong> <strong>Portugal</strong>, é um intermediário em operações bancárias e propõe-lhe soluções de reagrupamento de todos os seus créditos, através da consolidação de créditos. Nos casos de endividamento excessivo, esta solução permite- lhe optimizar o seu orçamento. A Partners Finances propõe-lhe soluções para a consolidação de créditos adaptadas às suas necessidades.</p>
<p>A <strong>Partners Finances</strong> propõe actualmente um conjunto de soluções para a reestruturação dos empréstimos aos consumidores portugueses.<br />
Juntando todos os seus créditos, com a Partners Finances pode reduzir as suas mensalidades entre 30% a 60%.</p>
<p>Contacte a Partners Finances para encontrar a solução de financiamento imediata de que necessita.</p>
<p><!-- BEGIN CODE NetAffiliation : http://www.netaffiliation.com/ - Partners Finances Portugal --><br />
<a href="http://action.metaffiliation.com/suivi.php?mclic=S417644E9EA1211" target="_blank"><img src="http://action.metaffiliation.com/suivi.php?maff=S417644E9EA1211" border="0" /></a><br />
<!-- END CODE NetAffiliation --></p>
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		<title>Euribor a 6 e 12 meses desce</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Nov 2009 19:40:23 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[As taxas Euribor a seis e 12 meses desceram esta segunda-feira, uma tendência contrariada com uma subida marginal no prazo a três meses. A Euribor a seis meses, principal indexante para os créditos à habitação em Portugal, baixou para o 1,017%, menos 0,002 face ao valor de sexta-feira. A maturidade a 12 meses registou descida [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span class="leadArtigo">As taxas Euribor a seis e 12 meses desceram esta segunda-feira, uma tendência contrariada com uma subida marginal no prazo a três meses.</span> A Euribor a seis meses, principal indexante para os créditos à habitação em Portugal, baixou para o 1,017%, menos 0,002 face ao valor de sexta-feira. A maturidade a 12 meses registou descida de 0,003, para 1,251%.</p>
<p>Já a Euribor a três meses, mais usada nos créditos às empresas, subiu de 0,730, para os 0,731%, segundo dados do <em>fixing</em> diário da Confederação Europeia de Bancos para o mercado interbancário.</p>
<p>in: http://diariodigital.sapo.pt</p>
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		<title>Crédito bancário mais difícil</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Nov 2009 19:36:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quem o prevê é o vice-presidente do Conselho da Federação Bancária Europeia, João Salgueiro.
Os créditos bancários poderão ter taxas de juro mais elevadas e ser mais difíceis de obter, após o final do período de recessão económica. Quem o diz é João Salgueiro, o vice-presidente do Conselho da Federação Bancária Europeia. O motivo que o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4>Quem o prevê é o vice-presidente do Conselho da Federação Bancária Europeia, João Salgueiro.</h4>
<p>Os créditos bancários poderão ter taxas de juro mais elevadas e ser mais difíceis de obter, após o final do período de recessão económica. Quem o diz é João Salgueiro, o vice-presidente do Conselho da Federação Bancária Europeia. O motivo que o responsável aponta para isto, são os fundos disponibilizados pelos bancos centrais, que na verdade poderão ter ajudado a desequilibrar o sistema, situação que se poderá manifestar após uma estabilidade aparente.<br />
O antigo presidente da Associação Portuguesa de Bancos (APB) considera que “o maior desafio dos bancos (no período pós-crise), será gerir o aumento das taxas de juro com o aumento do desemprego”, antecipando que a “selectividade do crédito vai aumentar”.</p>
<p id="noticiaAutor">in: JornalDiario</p>
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		<title>Reclamações banco de portugal</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Nov 2009 19:24:21 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[     Banco de Portugal recebeu mais 27% de reclamações este ano.    
Os portugueses estão a reclamar mais. Esta é a conclusão mais imediata que se tira da síntese das actividades de Supervisão Comportamental do Banco de Portugal no primeiro semestre deste ano.
O número médio mensal de reclamações recebidas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span class="mainText"><strong>     Banco de Portugal recebeu mais 27% de reclamações este ano.    </strong></p>
<p>Os portugueses estão a reclamar mais. Esta é a conclusão mais imediata que se tira da síntese das actividades de Supervisão Comportamental do Banco de Portugal no primeiro semestre deste ano.</p>
<p>O número médio mensal de reclamações recebidas pelo Banco de Portugal cresceu 27% face à média mensal do ano anterior. As contas de depósito foram o assunto mais reclamado, seguindo-se o crédito à habitação e o crédito ao consumo. No conjunto, estas três matérias traduzem 71% das reclamações recebidas no Banco de Portugal.</p>
<p>Só as contas de depósito representaram 25% do total das reclamações e surpreendem também quanto ao aumento proporcional. Este tipo de queixas aumentaram 33% em termos de média mensal registada no primeiro semestre de 2009 face ao mesmo período do ano passado.</p>
<p>O crédito habitação e o crédito ao consumo e outros créditos tiveram um peso semelhante , representando cada um 23% das reclamações, tendo os crescimentos médios mensais ficado situados na ordem dos 32 e 25% respectivamente.</p>
<p>Também os cartões e os cheques foram alvo de queixas, embora com importâncias menores, ficando-se nos 9 e 5%. E as transferências, máquinas ATM e as operações com numerários e débitos directos reflectem um peso igual ou inferior a 3%.</p>
<p><strong>Queixas de operações com numerário caem</strong><br />
Apenas as reclamações sobre operações com numerário verificaram uma redução de 20%. Mas esta é uma quebra que se explica pelo facto de o número deste tipo de operações ter baixado, para níveis de &#8220;cerca de 0,79 reclamações por milhão de operações de levantamento e de depósito de numerário na rede de multibanco&#8221;, como dá conta o documento do Banco de Portugal.</p>
<p>No período em causa, o Banco de Portugal analisou 9.011 reclamações de clientes bancários, sendo que 4.461 foram provenientes do Livro de Reclamações das instituições de crédito e 4.550 remetidas directamente ao Banco de Portugal. Só estas últimas representaram 50% do total das reclamações neste primeiro semestre, um indicador que reflecte o impacto do formulário que aquela entidade disponibilizou no Portal do Cliente Bancário.</p>
<p><strong>Mais opções no Portal do cliente bancário </strong><br />
A média mensal de reclamações através do portal do cliente bancário aumentou 49% face à média mensal no mesmo período de 2008.</p>
<p>Este crescimento foi também superior ao verificado tanto no Livro de Reclamações das instituições de crédito, na ordem dos 14% como directamente ao Banco de Portugal onde o aumento foi de 8%.</p>
<p>Além de reclamarem, os portugueses podem recorrer a este portal, desde Abril deste ano, para verificar o estado em que se encontra o tratamento das suas reclamações.</p>
<p>in: economico.sapo.pt</p>
<p></span></p>
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		<title>Credito mal parado</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Nov 2009 19:22:52 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A banca espanhola acumula 30 mil milhões de euros em crédito malparado acima do declarado nas contas do terceiro trimestre de 2009, o que pressupõe um desfasamento até aos 40 por cento face à situação real, revelou o Credit Suisse.«Está claro, na nossa opinião, que os créditos vencidos estão subestimados», assegurou a instituição helvética num [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span class="leadArtigo">A banca espanhola acumula 30 mil milhões de euros em crédito malparado acima do declarado nas contas do terceiro trimestre de 2009, o que pressupõe um desfasamento até aos 40 por cento face à situação real, revelou o Credit Suisse.</span>«Está claro, na nossa opinião, que os créditos vencidos estão subestimados», assegurou a instituição helvética num estudo a que a agência Europa Press teve acesso, pelo que se mantém a visão negativa do Credit Suisse para a evolução da economia espanhola.</p>
<p>A taxa de desemprego e as expectativas de uma lenta recuperação justificam o pessimismo do banco suíço sobre a economia espanhola, em geral, e os elevados níveis de incumprimento sobre o sector financeiro, em particular.</p>
<p>Diário Digital / Lusa <!-- infotext1 --><!---->  <!-- infotext2 --></p>
<table width="100%"></table>
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		<title>Devolver cartão de crédito</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Nov 2009 19:20:43 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[
 Por não conseguirem pagar as prestações, ou para não caírem na tentação de os usar, há cada vez mais pessoas a devolver cartões de crédito. Não se sabe quantos, em Portugal, mas em Espanha foram devolvidos 1,3 milhões de cartões.
Por cá, sabe-se que, em Setembro, havia menos 60 mil cartões de crédito e de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span id="ctl00_bcr_ThisContent"></p>
<p id="NewsSummary"> Por não conseguirem pagar as prestações, ou para não caírem na tentação de os usar, há cada vez mais pessoas a devolver cartões de crédito. Não se sabe quantos, em Portugal, mas em Espanha foram devolvidos 1,3 milhões de cartões.</p>
<p>Por cá, sabe-se que, em Setembro, havia menos 60 mil cartões de crédito e de débito (os chamados Multibanco) activos em Portugal do que no mesmo mês do ano passado. A quebra é tanto mais expressiva quanto se sabe que, tradicionalmente, o número de cartões subia a cada ano que passava. E confirma o testemunho de três fontes bancárias ouvidas pelo JN, segundo as quais é cada vez maior o número de pessoas que tomam a iniciativa de devolver os cartões de crédito ao banco.</p>
<p>&#8220;Há cada vez mais pessoas a devolver os cartões de crédito &#8211; e até de débito &#8211; por não conseguirem fazer face às prestações mensais&#8221;, referiu uma fonte de um dos maiores bancos privados em Portugal. &#8220;É um fenómeno que verificamos todos os dias e que está em crescendo&#8221;, acrescentou.</p>
<p>&#8220;É verdade&#8221;, assinalou outra fonte bancária. &#8220;Há cada vez mais casos de má utilização do crédito associado ao cartão. Mas a novidade é que também há muitas pessoas a devolvê-los, para evitarem a tentação de os usar&#8221;.</p>
<p>A questão está &#8220;na forma como se usa o cartão&#8221;, acrescentou uma terceira fonte bancária. &#8220;Se as pessoas pagarem , ao final do mês, a totalidade do que gastaram, não há problema. A verdade é que isso acontece cada vez menos. E ninguém pensa nos 26% ou 29% de juros cobrados, caso o pagamento não seja feito na íntegra&#8221;, disse.</p>
<p>Além disso, os bancos estão também a reclamar a devolução dos cartões de crédito, por incumprimento, e a baixar &#8220;drasticamente&#8221; o &#8220;plafond&#8221; concedido. &#8220;Antes, dávamos com facilidade 5 mil euros, ou mais, de crédito associado ao cartão. Agora, vai tudo corrido com 500 euros. Depois, em função do comportamento do cliente, logo se vê se há condições para aumentar o &#8216;plafond&#8217;&#8221;, disse uma das fontes.</p>
<p>Não foi possível obter mais esclarecimentos junto do Banco de Portugal, de fontes oficiais dos cinco principais bancos a operar no país nem da Associação Portuguesa de Bancos.</p>
<p>in:jn.sapo.pt</p>
<p></span></p>
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		<title>Spreads mais altos que juros da casa</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Nov 2009 19:18:39 +0000</pubDate>
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Taxas caem de novo, com a média da Euribor a seis meses nos 1,016%. &#8216;Spreads&#8217; médios estão nos 1,5 pontos
As taxas de juros do crédito à habitação continuam em queda e os portugueses vão negociar novos créditos e rever a prestações de muitos em vigor, em Novembro, com a Euribor a seis meses nos 1,016%, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span id="ctl00_ctl00_bcr_maincontent_ThisContent"></p>
<p class="artigo-intro" id="NewsSummary">Taxas caem de novo, com a média da Euribor a seis meses nos 1,016%. &#8216;Spreads&#8217; médios estão nos 1,5 pontos</p>
<p>As taxas de juros do crédito à habitação continuam em queda e os portugueses vão negociar novos créditos e rever a prestações de muitos em vigor, em Novembro, com a Euribor a seis meses nos 1,016%, um valor que já é bem inferior aos spreads médios praticados pelos bancos, que se situam nos 1,5 pontos percentuais.</p>
<p>Assim, os clientes com novos empréstimos já pagam mais de margem aos bancos do que propriamente de juros.</p>
<p>Se o contrato for feito com a Euribor a três meses, o diferencial é ainda maior: o seu valor médio em Outubro foi de 0,737%, menos 4,5% que no mês anterior, aplicando-se aos contratos novos e às revisões a três meses a ocorrer em Novembro.</p>
<p>Face aos valores registados há um ano, o indexante a seis meses já caiu 80%, enquanto o de três apresenta uma redução de 85,5%.</p>
<p>Assim, se um consumidor tivesse feito um crédito à habitação de 150 mil euros, por 30 anos, há um ano ficaria a pagar uma presta-ção de 868 euros. O mesmo empréstimo, contratado actualmente, resulta numa prestação de 593 euros, menos 274 euros que em Novembro do ano passado, ou seja, uma queda de 31,6%. Contando que há um ano o spread era de 0,5 pontos e actualmente é de 1,5 pontos.</p>
<p>in:dn.sapo.pt</p>
<p></span></p>
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		<title>Crédito ao Consumo, Habitação Particulares e Malparado sobe 34%</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Nov 2009 19:17:30 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[As dificuldades das empresas em pagar as suas dívidas são cada vez maiores. O malparado gerado por este segmento, até Agosto, atingiu 4,6 mil milhões de euros, mais 93,8% do que em mês homólogo de 2008. E ultrapassa em quase mil milhões de euros a cobrança duvidosa dos particulares. No entanto, a banca continua a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span id="ctl00_ctl00_bcr_maincontent_ThisContent">As dificuldades das empresas em pagar as suas dívidas são cada vez maiores. O malparado gerado por este segmento, até Agosto, atingiu 4,6 mil milhões de euros, mais 93,8% do que em mês homólogo de 2008. E ultrapassa em quase mil milhões de euros a cobrança duvidosa dos particulares. No entanto, a banca continua a financiar os empresários com mais crédito, com o saldo total destes empréstimos a crescer 20%, atingindo os 117,4 mil milhões de euros. O rácio de malparado sobre o total era então de 3,9%, contra 2,4% , um aumento de 62,5%. Construção e imobiliário representam metade do malparado das empresas.</p>
<p>São sempre os números mais alarmentes quando se analisa a evolução dos empréstimos em dívida por parte dos particulares. Os valores do incumprimento no crédito ao consumo ascendiam a 1057 milhões de euros em Agosto último, mais 52,9% do que no final dos primeiros oito meses do ano passado. Também a relação com o crédito concedido é a mais gravosa: um rácio de 6,8%, face a 4,5% em Agosto do ano passado, uma subida de 51%. Mas a procura de novos empréstimos para este fim (especialmente para a compra de automóvel) também está a crescer a níveis mais moderados, ou seja, um aumento de 2,3%.</p>
<p>O aumento no incumprimento nos empréstimos destinados à compra de casa é sempre encarado com maior preocupação, uma vez que se trata do último crédito que os consumidores deixam entrar em incumprimento, face ao receio de perder a casa. Mas os números mostram um aumento preocupante, com esta categoria de dívidas a atingir 1,8 mil milhões de euros em Agosto, mais 21,7% do que em igual mês do ano passado. Com o total de crédito à habitação a crescer apenas 1,2% no mesmo mês, o rácio de malparado passou a representar 1,7% do total, contra 1,4% em Agosto de 2008, traduzindo-se numa subida de 21,4%.</p>
<p>As dívidas de créditos dos particulares atingiram 3,7 mil milhões de euros em Agosto último, de acordo com os dados do último boletim estatístico do Banco de Portugal. É um aumento de 34% face a igual mês do ano passado e mais 100 milhões de euros do que no mês anterior. Este montante de cobrança duvidosa já representa 2,7% do total concedido, quando em Agosto do ano passado era de 2%. O aumento deste rácio não resulta apenas do crescimento das dívidas de crédito. Ele reflecte igualmente o abrandamento na concessão de novos empréstimos, que cresceram apenas 1,1%, totalizando 135 mil milhões de euros.</p>
<p>in:</p>
<p></span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Esperada aumento da procura no crédito à habitação e empresas</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Nov 2009 19:13:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Creditos]]></category>

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		<description><![CDATA[
As restrições na concessão de crédito poderão abrandar  ligeiramente. No entanto, deverão manter-se no consumo.
Os bancos esperam um ligeiro aumento da procura de empréstimos para a compra de habitação no último trimestre deste ano, bem como por parte das empresas. No entanto, as instituições deverão manter o mesmo nível de exigência no que respeita aos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span id="ctl00_ctl00_bcr_maincontent_ThisContent"></p>
<p class="artigo-intro" id="NewsSummary">As restrições na concessão de <strong>crédito</strong> poderão abrandar  ligeiramente. No entanto, deverão manter-se no consumo.</p>
<p>Os bancos esperam um ligeiro aumento da procura de empréstimos para a compra de habitação no último trimestre deste ano, bem como por parte das empresas. No entanto, as instituições deverão manter o mesmo nível de exigência no que respeita aos critérios de análise dos pedidos de crédito, aliviando um pouco nos créditos a curto prazo e às grandes empresas. Ainda assim, os bancos vão manter a sua política de crédito, com aplicação de spreads mais elevados e redução dos montantes concedidos.</p>
<p>Estas são as previsões do mercado bancário português, contidas no Inquérito aos Bancos sobre o Mercado de Crédito, que questiona cinco grupos bancários.</p>
<p>Assim, até final do ano, não são de esperar grandes alterações em relação ao que tem vindo a acontecer no mercado do crédito: cada vez maior aperto na análise de risco dos clientes, a par de reduções na procura de crédito.</p>
<p>No que respeita aos empréstimos à habitação, durante o terceiro trimestre de 2009, todos os bancos inquiridos afirmam ter aumentado a exigência no que respeita aos critérios de concessão, ainda que de forma menos marcada que nos trimestres anteriores.</p>
<p>Quanto aos empréstimos ao consumo, as instituições não afrouxam e vão aumentar mesmo a exigência na hora de aprovar os empréstimos. Aliás, os bancos responderam que no trimestre terminado em Setembro foram mais restritivos na concessão, devido a uma menor capacidade dos consumidores de assegurarem o serviço da dívida.</p>
<p>Nas empresas, o cenário não é muito diferente. No trimestre findo verificou-se uma menor procura de empréstimos ou linhas de crédito, face a menores necessidades de financiamento e ao recurso a outras fontes. Até final do ano, os bancos prevêem uma ligeira diminuição do grau de exigência no que respeita à concessão de <strong>crédito</strong> de curto prazo.</p>
<p>in:http://dn.sapo.pt</p>
<p></span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Crise financeira em portugal abre oportunidades de poupança</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Nov 2009 19:08:38 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[ A grave crise económica faz sentir-se no dia-a-dia das famílias portuguesas, com as atenções viradas para o aumento do desemprego, contudo, também abre oportunidades de poupança, como as que foram criadas com a queda das taxas de juro. 
&#8220;As famílias devem aproveitar os encargos menores com as despesas mensais e fazer poupança, já a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span class="mainText"><strong> A grave crise económica faz sentir-se no dia-a-dia das famílias portuguesas, com as atenções viradas para o aumento do desemprego, contudo, também abre oportunidades de poupança, como as que foram criadas com a queda das taxas de juro. </strong></p>
<p>&#8220;As famílias devem aproveitar os encargos menores com as despesas mensais e fazer poupança, já a pensar na reforma&#8221;, frisou José Santos Teixeira, presidente da gestora de activos Optimize, sublinhando que &#8220;o sistema de Segurança Social não vai à falência, mas se as receitas descem, as pensões também vão baixar&#8221;.</p>
<p>A queda das taxas Euribor, taxas de juro associadas aos empréstimos hipotecários, o alívio nos preços dos combustíveis face aos máximos de 2008, e a taxa de inflação negativa são três acontecimentos que permitem que os portugueses desapertem o cinto ainda em 2009, mas os euros que sobram no final do mês não devem ser todos gastos nas compras, pelo contrário, devem ser bem aplicados para valorizarem.</p>
<p>&#8220;As pessoas devem utilizar a poupança de duas maneiras: pagando as dívidas que têm acumuladas nos cartões de crédito e no crédito ao consumo, que cobram taxas de juro elevadíssimas, e aproveitando o nível historicamente baixo das taxas de juro de referência nos créditos hipotecários para transformarem as taxas variáveis em taxas fixas, já que a sua subida a curto prazo é inevitável&#8221;, sugeriu Santos Teixeira, quando falta apenas um dia para o Dia Mundial da Poupança, que é assinalado amanhã.</p>
<p>A redução do prazo do empréstimo contraído para a compra de casa é também uma boa maneira de poupar dinheiro, mesmo que o impacto das prestações seja maior no curto prazo, é uma forma de tirar partido da queda das euribor. A redução de 100 prestações num contrato a 30 anos, num crédito de 100 mil euros com um &#8217;spread&#8217; de 0,8% permite poupar mais de 20 mil euros.</p>
<p>No que toca aos cartões de crédito, a única forma de poupar nos juros de dois dígitos cobrados pelos bancos é utilizar a opção de pagamento a 100 por cento, tirando proveito do período de crédito grátis que nalguns casos já chega aos 50 dias e aplicar esse dinheiro numa poupança, durante esse período.</p>
<p>É nos canais virtuais dos bancos e das seguradoras que se encontram as melhores opções, quer para a subscrição de um depósito a prazo, quer para a contratação de um seguro automóvel. No primeiro caso, as taxas oferecidas pelos bancos para a captação de depósitos são superiores, enquanto que os seguros comercializados na Internet são mais baratos, especialmente nas seguradoras &#8216;low cost&#8217;.</p>
<p>in:http://economico.sapo.pt</p>
<p></span></p>
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